Nova imagem da cinebiografia não-autorizada de David Bowie revela surgimento de Ziggy Stardust
19/09/2020 07:58 em Música

Uma nova imagem de Stardust, cinebiografia não-autorizada de David Bowie dirigida por Gabriel Range, revelou Ziggy Stardust, um dos alter-egos mais populares do astro interpretado por Johnny Flynn no filme. A informação é do site NME.

A trama do longa mostrará Bowie em 1971, enquanto ele mapeava a infame turnê pelos Estados Unidos e a criação do personagem Ziggy Stardust. A produção tem estreia marcada no Raindance Film Festival, situado no Reino Unido. A sessão acontecerá em um evento de gala com distância social, por conta da pandemia de coronavírus, em Londres, no dia 28 de outubro deste ano. O diretor estará presente.

No entanto, Stardust não terá nenhuma música feita por David Bowie, porque o filho dele, Duncan Jones, declarou anteriormente sobre a família não ter cedido nenhum direito. “Certamente ninguém recebeu os direitos musicais de QUALQUER filme biográfico… Eu saberia”, escreveu Jones no Twitter.

Ele continuou: “Não estou dizendo que este filme não está acontecendo. Eu honestamente não saberia. Eu estou dizendo que do jeito que está, este filme não terá nenhuma música do pai nele, e eu não consigo imaginar isso mudando”. “Se você quiser ver um filme biográfico sem a música dele ou a bênção da família, isso depende do público”, finalizou.

Como não terão as músicas do Camaleão do Rock, Johnny Flynn escreveu e gravou uma música original para Stardust, intitulada “Good Ol’ Jane”, com a intenção de soar como “uma canção antiga e perdida [de Bowie] que as pessoas não ouviram”.

“Esta foi a primeira vez que escrevi uma música como o personagem”, disse o ator à NME. “Você pode ouvir as sessões da BBC desse período e sessões de rádio ao vivo e você pode dizer a influência que os primeiros discos do Velvet Underground tiveram, ele frequentemente tentava copiar a voz de Lou também”.

Além de entrevistar o artista, o NME assistiu à cinebiografia não-autorizada e deu quatro, de cinco, estrelas. O site elogiou o fato da produção “mergulhar profundamente na gênese de um ícone”, mesmo com a falta dsa músicas de David Bowie.

Fonte: Rolling Stone Brasil

 

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